Em 1960, Henri Delaunay criou a Copa Intercontinental, que seria disputada entre os melhores da Europa e América do Sul. Na década de 1960, a europa já possuia um torneio continental, a Copa dos Campeões Europeus (hoje, Liga dos Campeões da UEFA), porém a América do Sul não possuia torneio semelhante. Sendo assim, no mesmo ano, a Confederação Sul-Americana criou uma competição continental e a batizou de Copa Libertadores da América, numa homenagem aos heróis da independência dos países sul-americanos. As partidas eram de ida e volta, feita no estádios de cada adversário. A primeira disputa foi entre Real Madrid, da Espanha e Peñarol, do Uruguai. No final da década de 1970, por falta de incentivo e prezando a integridade de seus jogadores, os campeões europeus deixaram de participar da Taça Intercontinental. Assim, muitas vezes, os vice-campeões ocuparam a vaga de representante europeu. Em algumas ocasiões, nem o vice-campeão aceitara viajar para a América do Sul, cancelando a disputa da Taça, como ocorreu nos anos de 1975 e 1978. Para a disputa voltar a ser viabilizada, a empresa automotiva Toyota passou a patrocinar e organizar o evento, em conjunto com as confederações européia (UEFA) e sul-americana (CONMEBOL). Dessa forma, em 1980, iniciou-se a disputa do novo torneio intercontinental, desta vez denominado Copa Européia/Sul-Americana. No Brasil, popularizou-se a expressão Mundial Interclubes para referir-se ao torneio, pois apesar deste não ser um campeonato mundial de jure e nem ser oficializado pela FIFA, é considerado por muitos um mundial em sua época. A taça era disputada em apenas um jogo, em estádio neutro, sempre no Japão. Inicialmente a disputa foi feita no Estádio Olímpico de Tóquio e depois no Estádio Internacional de Yokohama. A Copa Européia/Sul-Americana Toyota foi extinta em 2004 e passou a se chamar Copa do Mundo de Clubes FIFA.
A competição teve, até 2009, seis edições, tendo a hegemonia de equipes europeias e sul-americanas. Os clubes da América do Sul ganharam em três ocasiões, em 2000, 2005 e 2006, mesmo número dos europeus, que levaram a melhor em 2007, 2008 e 2009. Das três conquistas sul-americanas, todas são de equipes brasileiras, tendo outro país do continente se sagrado, no máximo, vicecampeão do certame. Já das conquistas europeias, uma é da Itália, uma da Inglaterra e a última da Espanha, tendo estes dois últimos países representantes que foram vicecampeões anos antes. O Equador teve um clube vicecampeão em 2008. A equipe com mais aparições na competição é o Al-Ahly, do Egito, que já disputou três dos seis torneios até agora (2005, 2006 e 2008). Já o país que mais cedeu equipes para a disputa foi o México, que apenas não teve representantes na edição de 2005. Em 2000, ocorreu a primeira edição do campeonato, que viria a ser incorporado definitivamente no calendário futebolístico apenas em 2005. De lá para cá, o certame já teve três sedes. O torneio de 2000 foi organizado no Brasil, com a final sendo decidida no estádio Maracanã, no Rio de Janeiro. De 2005 a 2008, o Japão foi o país escolhido para abrigar o campeonato, tendo suas finais acontecendo no Estádio Internacional de Yokohama. A partir de 2009, o certame passou a ocorrer nos Emirados Árabes Unidos, com a decisão tendo lugar no Estádio Sheikh Zayed, em Abu Dhabi.
O Grêmio Ganhou a Competição em 1983.
A competição teve, até 2009, seis edições, tendo a hegemonia de equipes europeias e sul-americanas. Os clubes da América do Sul ganharam em três ocasiões, em 2000, 2005 e 2006, mesmo número dos europeus, que levaram a melhor em 2007, 2008 e 2009. Das três conquistas sul-americanas, todas são de equipes brasileiras, tendo outro país do continente se sagrado, no máximo, vicecampeão do certame. Já das conquistas europeias, uma é da Itália, uma da Inglaterra e a última da Espanha, tendo estes dois últimos países representantes que foram vicecampeões anos antes. O Equador teve um clube vicecampeão em 2008.
O Grêmio Ganhou a Competição em 1983.
Nenhum comentário:
Postar um comentário